
Além do nome do transtorno: o que a gravidade do funcionamento muda na formulação?
O modelo dimensional da CID-11 amplia a descrição clínica ao perguntar como as dificuldades afetam a relação consigo, com outras pessoas e com a própria vida.

O modelo dimensional da CID-11 amplia a descrição clínica ao perguntar como as dificuldades afetam a relação consigo, com outras pessoas e com a própria vida.

A distância entre o desempenho em uma tarefa estruturada e as dificuldades cotidianas precisa entrar na interpretação dos resultados.

Posiciona a queixa de memória no contexto do funcionamento prévio do paciente, discutindo o que investigar além da frequência de esquecimentos.

Convida o profissional a refletir sobre os indicadores de mudança no acompanhamento do TPB, discutindo a recuperação a partir da perspectiva do paciente.

Diferencia procrastinação de preguiça ou falta de motivação, discutindo a investigação do comportamento de adiamento como dado clínico.

Direciona a atenção para o intervalo entre crises como dado clínico relevante, deslocando o foco do episódio agudo para o impacto funcional contínuo.

Discute como as condições de sono precisam ser investigadas e consideradas na interpretação de queixas e resultados cognitivos.

Introduz um tema de pesquisa relevante para a prática clínica e a interlocução interdisciplinar, convidando à reflexão profissional sobre o impacto do gênero na avaliação.

Aborda uma situação clínica concreta para discutir a natureza reconstrutiva da memória e o que isso implica para a coleta de informações.

Diferencia o perfeccionismo de alto desempenho do perfeccionismo disfuncional, discutindo quando e como investigar isso na avaliação clínica.

Aborda uma apresentação frequente e subestimada de TAG, onde a manutenção do funcionamento pode mascarar o impacto clínico.

Posiciona a queixa de desatenção no cruzamento entre o contexto de trabalho contemporâneo e a avaliação neuropsicológica, convidando a uma investigação mais completa.

Discute a investigação do padrão temporal dos sintomas como parte da avaliação diferencial, sem reduzir o sofrimento a causas hormonais.

Traduz uma queixa comum em uma questão clínica de avaliação e formulação, sem patologizar o comportamento de informar-se.

Parte do contexto clínico de outras especialidades para discutir como o sofrimento psíquico aparece em consultas que não são de saúde mental e o que pode ser feito.

Parte de uma fala clínica recorrente para discutir o que ela revela sobre a percepção do paciente e o que isso implica para os objetivos do trabalho.

Desloca o foco da situação social para o que acontece após ela, uma dimensão frequentemente subestimada na avaliação.

No Dia do Professor, uma reflexão sobre como a discussão de caso ensina a pensar: tornando o raciocínio visível, acolhendo dúvidas e reconhecendo limites.

Quando o paciente descreve uma relação difícil e conclui que a outra pessoa é narcisista, o ponto é compreender o que o rótulo está fazendo no relato.

Na avaliação clínica, compreender o que o paciente faz enquanto espera uma notícia importante e o que acredita que essas ações podem evitar.

No Dia Mundial da Saúde Mental, uma reflexão sobre como a experiência do paciente pode orientar o cuidado por meio da decisão compartilhada.

Entenda como a TCC na infância e adolescência exige adaptações técnicas específicas e conheça os principais desafios clínicos na prática baseada em evidências.

Conheça os principais erros comuns na prática clínica em TCC, como identificá-los na formulação de caso e evitar falhas que comprometem a efetividade terapêutica.

Entenda a importância da aliança terapêutica na TCC e conheça estratégias clínicas baseadas em evidências para fortalecer o vínculo terapêutico.

Entenda o papel da neuroplasticidade no desenvolvimento infantil e suas implicações clínicas para avaliação, intervenção e saúde mental baseada em evidências.

Conheça os principais instrumentos e escalas utilizados na avaliação clínica em TCC e sua importância para o planejamento terapêutico baseado em evidências.

Conheça as principais técnicas cognitivas da TCC e aprenda como aplicar a reestruturação cognitiva de forma prática e baseada em evidências clínicas.
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