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Perguntas e Respostas sobre tea e tdah
com a dra. Rosa magaly Morais
Conteúdos baseados em evidências sobre decisões no cuidado ao Transtorno do Espectro Autista.
- 16de abril
- 19h30
- Transmissãoao vivo
Dra. Rosa Morais
Psiquiatra da Infância e Adolescência
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Você está seguro para lidar com esses cenários na sua prática?
- Sinais Precoces: quais são os marcadores neurobiológicos e comportamentais mais fidedignos de TEA em bebês (antes dos 18 meses) que o médico não pode deixar passar em sua prática clínica?
- Conduta Precoce: diante de sinais de risco, qual a evidência para iniciar a intervenção antes mesmo da conclusão do diagnóstico? O "esperar para ver" ainda tem lugar na medicina moderna?
- Tripla Excepcionalidade: como o médico deve conduzir o diagnóstico quando o paciente apresenta TEA, TDAH e Altas Habilidades simultaneamente (Tripla Excepcionalidade)?
- RDoC e Neurodesenvolvimento: como a transição do modelo categórico (DSM-5) para as dimensões do RDoC (Research Domain Criteria) altera nossa forma de diagnosticar circuitos de recompensa e controle cognitivo?
- A Abordagem Transdiagnóstica: como o modelo transdiagnóstico permite ao médico tratar sintomas que perpassam diferentes transtornos, como a desregulação emocional e a rigidez cognitiva?
- TDAH e Funcionalidade: é clinicamente possível sustentar um diagnóstico de TDAH em pacientes com alto desempenho acadêmico? Como avaliar o prejuízo funcional além das notas escolares?
- Fenótipo Feminino no TEA: quais são as sutilezas do TEA em meninas e como o viés de gênero pode levar a diagnósticos errôneos de ansiedade ou transtornos de personalidade?
- Etiologia e Epigenética: além da hereditariedade, qual o peso estatístico de fatores como idade paterna, inflamação gestacional e prematuridade no risco para o neurodesenvolvimento?
- Diagnóstico em Adultos: quais são as "red flags" na anamnese de adultos que ajudam a diferenciar o TEA de transtornos de personalidade ou fobia social?
- Intervenção Multidisciplinar: por que o médico precisa entender as bases da Fonoaudiologia, T.O. e Psicologia para prescrever e auditar a evolução clínica do paciente?
- Prescrição Consciente: quando prescrever para o TEA e o TDAH? Quais sintomas-alvo justificam a introdução farmacológica imediata e quais são manejados apenas por terapia?
- Uso de Leucovorin: o Leucovorin (ácido folínico) possui eficácia comprovada para todas as crianças no espectro? O que dizem as evidências sobre a deficiência cerebral de folato?
- Canabidiol (CBD): qual o estado atual das evidências para a prescrição de canabinoides no controle da irritabilidade? Quais os riscos de segurança em longo prazo?
- Processamento sensorial e Prescrição: como a disfunção de integração sensorial (campo da T.O.) pode mimetizar quadros de ansiedade, levando a erros na escolha da medicação?
- Linguagem, Cognição e Prescrição: como o atraso fonológico ou motor (campo da Fono) impacta o desenvolvimento das funções executivas e como o médico deve intervir nessas janelas?
- Uso de Escalas: qual o limite das escalas (como ADOS-2) no diagnóstico? Como o médico mantém a soberania clínica diante de ferramentas que muitos julgam "autossuficientes"?
- Laudos e Pareceres Técnicos: como estruturar um laudo que garanta o acesso às terapias intensivas (ABA) sem ferir a ética médica ou cair em negativas sistemáticas de convênios?
- Burnout Parental: como o médico deve intervir na saúde mental da família para evitar que o estresse dos cuidadores comprometa a eficácia do plano terapêutico da criança?
- Novas Tecnologias: qual o papel real da inteligência artificial e de biomarcadores (como o eye-tracking) no futuro próximo do diagnóstico médico?
- Atualização Permanente: em um campo que evolui tão rápido, como o médico pode diferenciar as evidências sólidas das pseudociências e "tratamentos milagrosos" da internet?
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